MTC

Medicina Tradicional Chinesa

MTC - Um breve histórico

Desde o início da sociedade, os seres humanos têm usado substâncias medicinais naturais. Em 2600 a.C.,  os Babilônios já tinham uma forma primitiva de medicina, expressando a idéia de que uma doença era causada pelo ataque imediato de espíritos maus.

As bases da MTC já eram  citadas no Huang Di Nei Jing (2704-2100 a.C. – dinastia Han), sendo formuladas passo a passo em Dinastias futuras (princípio de Yin-Yang, 5 elementos e meridianos na dinastia Xia, Shang, Zhou 2100-1122 a.C.).

De maneira correspondente, durante esse período inicial, as pessoas das Dinastias Hsia e Shang (séc. 16 a 18 a.C.) na China empregavam os mesmos métodos para combater várias doenças.

A Medicina Tradicional Chinesa, assim como outras racionalidades médicas orientais, tem uma visão marcante na atenção primária (preventiva) e individualizante, não só na secundária (curativa), onde também desempenha uma importante função, assim como na terciária (reabilitadora). É portanto, uma prática médica milenar completa, abrangente.

Os fundamentos da Medicina Chinesa firmam-se na existência de condutos no nosso corpo, denominados meridianos, por onde circulam uma influência sutil denominada Qi. Esta influência Qi, na visão chinesa, é a base das funções fisiológicas e psicológicas do ser humano e quando a sua circulação normal sofre um bloqueio ou obstrução ocorrem as desarmonias nos órgãos internos, podendo gerar quadros de excesso ou deficiência desta influência sutil.

A sua abordagem é marcada pela integração da pessoa com o meio ambiente e vice-versa, assim como a caracterização do universo pessoal no seu próprio contexto (emoções, valores pessoais, reações individuais, além da infinita busca pela longevidade).

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